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Com prisão de falso advogado por cárcere privado e injúria, Polícia Civil alerta sobre perigo em relacionamentos na internet

Caso não é exceção e DAGV pede cautela com rápida aproximação para evitar ser vítima de crimes de violência doméstica.

Após a prisão em flagrante de um falso advogado por cárcere privado e injúria, no âmbito de violência doméstica, o Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) faz o alerta sobre relacionamentos nas redes sociais. A unidade especializada da Polícia Civil orienta que as pessoas tenham cautela com a rápida aproximação pela internet, pois as informações trocadas por mensagens, e também descrição do perfil, podem ser falsas e gerar consequências graves, como agressões e, até mesmo, a morte.

A delegada Renata Aboim relembrou que o caso ocorrido na última quarta-feira (7), em Aracaju (SE), no qual uma mulher estava sendo mantida em cárcere privado e foi agredida pelo companheiro, não foi uma situação incomum. A vítima conheceu o suspeito há cerca de 15 dias pelo Facebook. Eles começaram a morar juntos no dia 28 de junho. No dia 3 de julho, ele a agrediu fisicamente.

“Infelizmente, essa foi mais uma das situações que vítimas foram feitas em decorrência de relacionamentos que tiveram origem pelas redes sociais. É um alerta que fazemos para que as pessoas tenham cuidado com esse tipo de relacionamento e, principalmente, levar essas pessoas para dentro de suas casas. Não é a primeira vez que pegamos uma situação desse tipo”, alertou.

Caso

O suspeito, identificado como Eduardo Ferreira da Silva, se passava por advogado. O suspeito sempre ficava no encalço da vítima e olhava mensagens e ligações telefônicas dela, chegando a agredi-la. Ele foi preso pela Polícia Militar após a vítima simular que estava passando mal e o investigado a encaminhar para uma unidade de saúde. Lá, ela conseguiu avisar aos funcionários e pedir ajuda. Já no DAGV, foi constatado que Eduardo não possuía registro como advogado, mas que já havia chegado a prestar serviços advocatícios. A prisão por estelionato já foi pedida à Justiça.

Fonte: SSP/SE

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